segunda-feira, 6 de dezembro de 2010

Apoiamos o Ciberativismo

Era Segredo Ianque
O procurador-geral dos Estados Unidos, Eric Holder, informou nesta segunda-feira que seu departamento abriu uma investigação criminal sobre o vazamento em massa de documentos diplomáticos pelo site WikiLeaks.
Holder destacou que o Governo condena o vazamento de aproximadamente 250 mil correspondências de embaixadas e missões diplomáticas americanas, que "põe em perigo não só indivíduos e diplomatas, mas também a relação que temos com nossos aliados no mundo todo".
Para ele, a publicação dos documentos representa "um risco para a segurança nacional" dos EUA.
A investigação criminal é realizada junto ao Departamento de Defesa para determinar as responsabilidades do vazamento dos documentos.
"Não posso ainda antecipar resultados, mas a investigação criminal está em andamento", apontou em discurso à imprensa.
Neste domingo, os jornais "The New York Times" (EUA), El País (Espanha), Le Monde (França), Die Spiegel (Alemanha) e "The Guardian" (Reino Unido) publicaram o conteúdo de 250 mil correspondências diplomáticas dos EUA, com informações delicadas, o que causou controvérsias em nível internacional.
As mensagens trocadas entre as embaixadas revelam, entre outras questões, como o Departamento de Estado ordenou que se espionasse o secretário-geral da ONU, Ban Ki-moon, e as dúvidas que outros líderes internacionais despertam ao Governo americano.
Sobre o wikiLeaks
WikiLeaks é uma organização transnacional sem fins lucrativos, sediada na Suécia, que publica, em seu site, post de fontes anônimas, documentos, fotos e informações confidenciais, vazadas de governos ou empresas, sobre assuntos sensíveis. No site, a organização informa ter sido fundada por dissidentes chineses, jornalistas, matemáticos e tecnólogos dos Estados Unidos, Taiwan, Europa, Austrália e África do Sul. Seu diretor é o australiano Julian Assange, jornalista e ciberativista.

Nenhum comentário:

Postar um comentário

 
Contador de visitas
Contador de visitas